A casa da gente sempre foi muito mais que um porto seguro – e no cenário atual, ela teve que se adaptar para receber as atividades de trabalho e de estudo. A reconfiguração dos lares virou regra, mas nem por isso perdeu o charme e o toque acolhedor de antes. Crianças e jovens transformaram os quartos em extensões das salas de aula, enquanto os pais ocuparam o living e até as varandas para as reuniões de negócios. As atividades cotidianas se tornaram colaborativas e as famílias voltaram a se reconectar. Para aproveitar o melhor desse cenário, a dica é manter o foco e viver o presente com positivismo.

O inverno começou com temperaturas mais amenas, porém a estação promete não decepcionar quem curte o friozinho típico da época. Além da mudança de mood – a paisagem desponta com tons alaranjados –, a casa também ganha novas tramas, texturas e coloridos. Aproveite o momento para repaginar os ambientes apenas com a escolha de cores neutras, como bordô, cinza, azul-claro e amarelo. Também vale apostar no toque acolhedor das almofadas e das mantas. Finalize o décor com velas perfumadas e essências aromáticas. Ah, e não se esqueça de arrasar na roupa para ficar à vontade – tem que ser confortável, mas com boas doses de estilo.

Ainda não sabemos como será o dia seguinte, mas estamos certos de que muita coisa vai mudar – a começar pela forma como enxergamos o mundo. Talvez a gente descubra que o tempo age a nosso favor, e que os encontros jamais devem ser adiados. Na verdade, o isolamento social comprovou que a interface digital está longe de substituir o contato humano. Daqui para frente, a vida precisará de leveza, de mais empatia e de colaboração. Os valores também serão repensados, do consumo frenético à forma como tratamos a natureza. Então, é hora de aproveitar esse momento para refletir e trabalhar em novos propósitos.

Quantas vezes você disse que não poderia estar presente àquele jantar entre amigos ou a uma festinha de família? Pois é, se antes do isolamento social a gente adorava o fim de semana esparramado no sofá, agora a realidade mostra que nada é mais gostoso que o acolhimento de um abraço. O “estar junto” nunca teve tanta importância – e para driblar a ausência das pessoas, o jeito foi apelar para os recursos tecnológicos: drinque durante a live, celebrações de aniversário via aplicativo e bate-papos pelas redes sociais… Mesmo sem suprir as delícias do convívio, pelo menos dá para dar uma pausa na saudade. É só por um tempo!

Você já parou para pensar que não existe mau tempo que o colo da mãe não seja capaz de curar? Pois é, a gente cresce sendo acolhido pelos braços mais tenros, pela voz mais doce e pelo coração mais calmo do mundo. E não importa como você a chama – pode ser mãe, mamãe, mã, mami, mama –, ela sempre será a mulher mais forte do pedaço: a nossa heroína predileta. Se há um consenso na vida, é que mãe é tudo de bom, é superlativo, é aquele carinho que afaga de perto ou de longe. Caminhar sozinho é quase sempre mais difícil, porém é preciso acreditar que mesmo quando a mãe falta, ela vai morar dentro da nossa alma. É como se a gente jamais ficasse desprotegido, tampouco só – e toda aquela sabedoria se transforma em ensinamentos que vão passar de geração para geração. Mãe, nesse dia especial, se eu puder te abraçar, será um presente enorme, mas se ainda não conseguir te ter grudadinha em mim, saiba que o meu amor não entende a distância. Feliz Dia das Mães!

O momento é de reflexão e de cuidar de quem a gente ama. E é Páscoa, data que reunimos as pessoas para celebrar a ressurreição de Cristo. Muitas famílias ainda não poderão se juntar à mesa para dividir o pão e compartilhar os abraços, porém, mesmo que haja o afastamento, é importante lembrar que o amor não conhece fronteiras. Nesse dia 12 de abril, mantenha-se conectado à família e aos amigos, comungue os bons sentimentos e tenha esperança de que dias melhores virão!

Festinha no fim de semana, happy hour depois do trabalho, almoço em família e churrasco com os amigos para lacrar o domingão fazem parte da agenda de boa parte dos brasileiros. Mas, com uma pandemia rolando a solta, alguns hábitos precisam mudar, começando pelo isolamento voluntário. É claro que não é fácil ficar trancafiado em casa, porém dá para driblar o tédio e curtir o ócio criativo. Para quem pode, a ideia nesse novo cenário é implementar o sistema home office – seguindo a dinâmica do escritório, com horários fixos e reuniões feitas pelas plataformas virtuais –, e conciliar as atividades com as demandas familiares. Crianças precisam de atenção especial e também devem ter rotina, que inclui brincadeiras, revisão das matérias escolares e leitura. Aproveite esse tempo para criar interações, ampliar o diálogo (via app, email ou redes sociais) e praticar a empatia – palavrinha do momento para lembrar que ter responsabilidade com a sua vida e com a vida de quem está no entorno é fundamental para o convívio em sociedade. Por fim, vale dizer que a quarentena não é férias, mas, sim, um período necessário para controlar a transmissão do vírus. Sair de casa, só mesmo em caso de emergência! #vamostodosficarbem

Dos tempos de Coco Chanel, que tratou de substituir os apertados corpetes pelas silhuetas confortáveis, às mulheres que foram ao front em busca de direitos civis, a sociedade mudou muito. Em pleno século 21, o time feminino ocupou lugares estratégicos (do trono da Inglaterra, passando pelo degrau mais alto do parlamento da Alemanha até a liderança das manifestações pelo aquecimento global), e se fez ouvir. Mas essa conquista só foi possível por conta das pioneiras que transformaram o dia 8 de março em uma data de reflexão mundial sobre o papel da mulher em cenários fora do “doce lar”. Primeiro foi pela luta pelo voto, depois pelos postos de trabalho e, mais recentemente, pela equiparação salarial. Tem dado tão certo que já rolou uma tripulação 100% feminina no comando de uma missão espacial, Nobel da Paz com dobradinha de jovens ativistas e cientistas debutantes por trás do feito histórico de clicar um buraco negro (não vamos alongar, mas que valeria registrar nomes como Amelia Boynton, Jane Adams, Marie Curie, Clarice Lispector, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Esther Bueno, Hebe, Rita Lee, Marta…). Só resta comemorar e torcer para que cada vez mais mulheres ganhem os holofotes!

Amar é verbo que deve ser conjugado no dia a dia para que o substantivo abstrato “amor” seja convertido em algo concreto e eficaz. E cada um tem que fazer a sua parte dentro de uma sociedade plural e recheada de demandas – por aqui, resolvemos abraçar como causa o alimento à mesa, pois entendemos que a vida se movimenta com energia. O nosso objetivo é proporcionar felicidade e união e mostrar que nós somos muito mais fortes quando estamos juntos. Entre com a gente em mais uma campanha da Trousseau do Bem – e, lembre-se que essa história também é sua.


A ação Trousseau do Bem já está no ar há 21 anos. O projeto tem início durante o mês de março, quando alguns produtos ganham remarcações de até 40%, sendo parte da venda revertida à causa. Em 2019, a arrecadação permitiu a compra de 9.305 cestas básicas, que foram compartilhadas entre 26 entidades beneficentes espalhadas pelo Brasil. Para relembrar, em 1999, ano de estreia da iniciativa, foram entregues 1.200 cestas básicas.





